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Tudo sobre María Corina Machado

Trump se encontra com líder opositora da Venezuela em Washington

Em 15 de janeiro de 2026, Donald Trump se reuniu em Washington com a venezuelana María Corina Machado, líder da oposição. O encontro teve como objetivo manter um canal aberto com a Casa Branca, em meio ao crescente diálogo com Caracas. Depois do almoço privado, Machado se dirigiu ao Senado para encontrar parlamentares. Trump comentou sobre a importância de Machado e sua posição, embora tenha reafirmado sua visão de outra liderança no país. Apontou também para uma primeira venda de petróleo venezuelano, provocando reações diversas. Machado, otimista, acredita na derrota do mal na Venezuela.

Contradições e esperança: A crise na Venezuela após a captura de Maduro

María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, revelou que não se comunicou com Donald Trump desde outubro de 2025, o que coincide com a última conversa que tiveram no dia em que recebeu a premiação. Durante sua entrevista à Fox News, após a operação militar dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro, Machado elogiou a ofensiva americana, considerando-a um grande passo para a liberdade. Contudo, Trump desconsiderou a líder da oposição, afirmando que ela não é uma alternativa viável e destacando a incerteza política que permanece na Venezuela após essa intervenção.

María Corina Machado rompe silêncio e se junta a protestos contra Maduro

María Corina Machado, a líder da oposição na Venezuela, fez sua primeira aparição pública em cinco meses durante uma manifestação em Caracas contra o governo de Nicolás Maduro. A opositora, que tem enfrentado perseguições e teme pela própria segurança, foi vista acenando para o público e fazendo um discurso. Os protestos, que acontecem em todo o país, visam pressionar o presidente Maduro um dia antes de sua posse. Nas redes sociais, María Corina declarou seu apoio à luta da oposição e reiterou seu compromisso com o povo venezuelano em tempos difíceis.

Maduro e oposição rejeitam nova eleição na Venezuela

Na Venezuela, tanto o regime de Nicolás Maduro quanto a líder da oposição, María Corina Machado, rejeitaram a proposta de novas eleições, sugerida pelo assessor de assuntos internacionais Celso Amorim ao presidente Lula. Esta ideia, que funcionaria como um segundo turno, não é prevista na Constituição venezuelana. Ambos os lados afirmam vitória nas eleições de 28 de julho, mas sem comprovação. O regime intensificou a repressão e desqualificou a posição da oposição, que alega ter ganho com 67% dos votos. A ausência de transparência nas eleições foi criticada por organismos internacionais.

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